A PELE GRÁFICA E O POEMA SÓ

  • Marcus Alexandre Motta UERJ

Resumo

Esse texto propõe relacionar o Manual da cultura popular do artista plástico Waltércio Caldas e um poema de um só verso do heterônomo pessoano Álvaro de Campos. O intuito é apresentar um estado de pensamento, em progresso, sobre o aparato do ordinário como destino da arte ― entendendo por ordinário a intimidade com a existência (vida ou arte), sem a prova definitiva sobre o que é existir (vida ou arte). Trata-se, portanto, de expor de um programa teórico localizado em ambos os artista, na medida em que eles reconhecem um tipo de saber que compete à arte (literária ou plástica). Nesse sentido, a comunicação toma um poema de um só verso de Álvaro de Campos (e outros versos de acordo com a sua medida) e o compara aos objetos de arte do Manual de Waltércio Caldas, averiguando o saber que compete à arte e, se esse saber, não aponta para a ideia de que o destino da arte é, agora, o ordinário (o excepcional do comum).

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Publicado
Mar 1, 2012
Como citar
MOTTA, Marcus Alexandre. A PELE GRÁFICA E O POEMA SÓ. Linguagens - Revista de Letras, Artes e Comunicação, [S.l.], v. 5, n. 1, p. 098-107, mar. 2012. ISSN 1981-9943. Disponível em: <https://proxy.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/2911>. Acesso em: 02 out. 2022. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1981-9943.2011v5n1p098-107.

Palavras-chave

Poema. Ordinário. Destino. Saber. Arte.