PATOLOGIZAÇÃO E MEDICALIZAÇÃO DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH

  • Julia Siqueira da Rocha Pesquisadora do Laboratório de Pesquisas Sociológicas Pierre Bourdieu PPGE/UFSC e Consultora Educacional na Universidade do Estado de Santa Catarina
  • Morgana Dreon Pesquisadora do Laboratório de Pesquisas Sociológicas Pierre Bourdieu (LAPSB/UFSC)
  • Ione Ribeiro Valle Professora Associada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Resumo

O presente artigo problematiza os elevados números de alunos com diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH). Para tanto, analisa os processos de medicalização a que têm sido expostos alunos da rede estadual de educação de Santa Catarina com este diagnóstico. Utilizamos uma metodologia qualitativa, ao realizar estudos bibliográficos e examinar documentos, e quantitativa, ao expressar a intensidade desses números. Nossas conclusões apontam para um elevado número de diagnósticos de TDAH que não consideram as diferentes esferas das vidas dos alunos, o que enfatiza a urgência para que os profissionais da Educação estejam atentos a estratégias de controle social.

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Publicado
Dez 2, 2020
Como citar
ROCHA, Julia Siqueira da; DREON, Morgana; VALLE, Ione Ribeiro. PATOLOGIZAÇÃO E MEDICALIZAÇÃO DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH. Atos de Pesquisa em Educação, [S.l.], v. 15, n. 4, p. 1042-1064, dez. 2020. ISSN 1809-0354. Disponível em: <https://proxy.furb.br/ojs/index.php/atosdepesquisa/article/view/8150>. Acesso em: 06 jul. 2022. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2020v15n4p1042-1064.
Seção
Artigos

Palavras-chave

Alunos. Medicalização. Patologização.