ORALIDADE NA PRÁTICA DOCENTE: ENTRE A AUSÊNCIA E A EMERGÊNCIA DE UM ENSINO DO ORAL

Débora Amorim Gomes da Costa-Maciel, Maria Lúcia Ferreira de Figueirêdo Barbosa

Resumo


RESUMO O trabalho apresenta resultados de uma investigação sobre três professoras, dos anos inicias do Ensino Fundamental, cujo objetivo foi a compreensão dos saberes docentes para o ensino do oral.  Para tanto, realizamos entrevistas semiestruturadas e tratamos os dados sob o prisma qualitativo (MINAYO, 2008), com emprego de elementos da técnica da análise de conteúdo categorial (BARDIN, 1997). O aporte teórico de sustentação estruturou-se em Tannen (1982); Bortoni-Ricardo (2004); Travaglia (1995) e Marcuschi (2008). As docentes demonstraram compreender a oralidade como um dos objetivos do ensino da língua portuguesa, apesar de enfocarem com maior clareza os eixos de leitura, produção e análise linguística; bem como de mostrarem demandas em relação ao que ensinar nos anos de escolarização em que atuavam. Apesar de não terem clareza sobre o trabalho com o oral, suas propostas didático-metodológicas se encaminharam para a exploração desse eixo. Nesse cenário, vimos um panorama revelador da emergência do ensino do oral, ainda que de modo incipiente. 

 

Palavras-Chave: Oralidade; Saberes docentes; Ensino.

 


Palavras-chave


oralidade; saberes docentes; ensino.

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DOI: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2016v11n1p92-113

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