PROGRAMA ALFA E BETO: o que fazem professoras alfabetizadoras?

  • Nayanne Nayara Torres da Silva Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico do Agreste.
  • Alexsandro da Silva Universidade Federal de Pernambuco - Centro Acadêmico do Agreste

Resumo

Este artigo é resultado de uma pesquisa que analisou as práticas de alfabetização de duas professoras do 1º ano do ensino fundamental que participaram do Programa Alfa e Beto, implementado, no ano de 2011, na rede municipal de ensino da cidade de Caruaru, Pernambuco, Brasil. Para isso, adotamos uma abordagem qualitativa e utilizamos como instrumento de coleta de dados a observação participante em sala de aula, cujos dados foram analisados por meio da análise de conteúdo. Os resultados dessa investigação apontaram que as professoras desenvolviam ações que, em alguns momentos, distanciavam-se das prescrições do Programa, embora também tentassem se guiar pelas instruções dele. Nesse sentido, eram evidentes as tentativas das docentes de encontrar e instituir uma maneira “própria” de alfabetizar, pois, ao desenvolver as atividades propostas pelo Programa, pareciam apoiar-se em outros modelos sintéticos de alfabetização mais conhecidos, associados ao método fônico.

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Publicado
Dez 18, 2014
Como citar
TORRES DA SILVA, Nayanne Nayara; SILVA, Alexsandro da. PROGRAMA ALFA E BETO: o que fazem professoras alfabetizadoras?. Atos de Pesquisa em Educação, [S.l.], v. 9, n. 3, p. 758-777, dez. 2014. ISSN 1809-0354. Disponível em: <https://proxy.furb.br/ojs/index.php/atosdepesquisa/article/view/4253>. Acesso em: 02 fev. 2023. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2014v9n3p758-777.
Seção
Artigos

Palavras-chave

pesquisa em educação