“AS COISAS QUE NÃO TÊM NOME SÃO MAIS PRONUNCIADAS POR CRIANÇAS.”: CULTURAS INFANTIS E PRODUÇÃO SIMBÓLICA

  • Adriana Torres Máximo Monteiro
  • Levindo Diniz Carvalho

Resumo

O presente trabalho pretende discutir a singularidade das produções simbólicas infantis, especialmente as reveladas nas linguagens do desenho e da brincadeira. Ao escolhermos as produções simbólicas de dois grupos de crianças como objeto de análise, procuramos realçar o que falam, sentem, pensam e vivem essas crianças. Neste texto, buscamos também refletir sobre a compreensão dos significados que as crianças atribuem às suas experiências de vida e contribuir para outras investigações que tomam a criança como sujeito. Para tanto, lançamos mão de observações sobre o ponto de vista das crianças em duas situações diferenciadas: uma de brincadeiras entre crianças moradoras de um bairro pobre de Belo Horizonte e outra de produção de desenhos em uma escola privada de Educação Infantil desta mesma cidade.

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Publicado
Dez 24, 2011
Como citar
MONTEIRO, Adriana Torres Máximo; CARVALHO, Levindo Diniz. “AS COISAS QUE NÃO TÊM NOME SÃO MAIS PRONUNCIADAS POR CRIANÇAS.”: CULTURAS INFANTIS E PRODUÇÃO SIMBÓLICA. Atos de Pesquisa em Educação, [S.l.], v. 6, n. 3, p. 632-657, dez. 2011. ISSN 1809-0354. Disponível em: <https://proxy.furb.br/ojs/index.php/atosdepesquisa/article/view/2822>. Acesso em: 17 ago. 2022. doi: http://dx.doi.org/10.7867/1809-0354.2011v6n3p632-657.
Seção
Dossiê Educação Estética

Palavras-chave

infância. Culturas infantis. Produção simbólica. Desenho. Brincadeira.